2 de junho de 2008

MAIO 2008

Tradicionalmente o mês das mães; a bem da verdade, não exatamente tradicional, mas sim comercial.

De todo modo, o “mês das mães” fez lembrar o que David Boadella – um importante psicólogo – propôs a seu editor certa vez: uma pequena alteração em todos os seus livros já publicados. A tal alteração foi a substituição das palavras pai e mãe pela expressão mater-paternagem. Foi assim que nos chegou esta informação; e ela faz sentido, pois Boadella nos mostra em suas pesquisas que o campo de sustentação de uma criança não precisa ser necessariamente o pai ou a mãe. Muitas vezes esse papel é exercido por um parente – uma avó, avô, padrinho, madrinha - ou uma instituição – um orfanato, um estabelecimento do estado - ou mesmo uma pessoa, até então, desconhecida.

Naturalmente o campo mais comum é, de fato, a família parental; entretanto, a qualidade de sustentação pode ser melhor ou pior em qualquer hipótese. O que é certo é que todos nós que estamos vivos, de um jeito ou outro, fomos acolhidos. Alguém, mesmo com muita má vontade, cuidou para que não morrêssemos de fome, sede, frio ou calor exagerado, pois sabemos que o ser humano é um dos animais que mais precisam de cuidados na infância, alas, uma longa infância. Nascemos precoces, antes do tempo, incompletos – faltam enzimas para a digestão, nossos ossos ainda não estão todos no lugar, as células nervosas ainda não estão recobertas por sua bainha protetora -, somos seres marsupiais sem bolsa extra-uterina que nos aconchegue. Mas precisamos de muito aconchego.

Outro dia, um educador do Projeto de Gente, conversando com dois irmãos cujo pai morreu há alguns anos, perguntou sobre se o padrasto dos meninos era uma pessoa legal e, antes de receber a resposta à sua pergunta, ouviu um “Todo mundo pergunta isso!”. O educador havia caído na velha armadilha de imaginar que o padrasto – ou, talvez ainda mais, a madrasta – podia não ser um bom campo de sustentabilidade para a vida de uma criança; como se pais e mães sempre fossem o melhor desses campos. Vale dizer que a resposta foi: “Ele é um cara muito legal!” Dias depois, esse educador soube que o pai era, efetivamente, um homem muito carinhoso e cuidadoso com os filhos;... assim como o padrasto.

A isca para a tal armadilha foi – e é – o enraizado sentimento de que é absolutamente necessário um campo de sustentação minimamente propício à organização da vida. Nunca é demais lembrar que esta mínima condição inclui, embora freqüentemente subestimada, as circunstâncias mais sutis, porém também indispensáveis, tais como: carinho, aceitação, amor, enfim. Dizemos que nunca é demais lembrar porque a falta de cuidado físico – alimento, por exemplo – parece ser considerada mais importante do que uma eventual necessidade emocional, como se uma pessoa pudesse sobreviver à falta de amor, mas não à falta de alimento ou de água; entretanto, as marcas desta carência existem e vão se manifestar em campos também sutis da estrutura vital da pessoa. Ela construirá seu corpo, sua saúde, sua doença, sua vida apoiada nesse campo. Claro que também não podemos esquecer que a estrutura relacional – social – que ela irá propor aos que a rodeiam terá a mesma base.

Contudo, existe aqui um importante aspecto: da carência física alguém pode não escapar – se não lhe dão água, a criança morrerá e ponto final; porém, ultrapassada uma circunstância de carência física, isto é, se a criança vinga, ela tem a possibilidade de procurar por seus próprios meios um campo emocionalmente mais adequado ao seu desenvolvimento e se reorganizar em novas e mais férteis bases.

Vamos, porém, retomar o tema da inadequação à vida que os pequenos seres humanos apresentam no início da vida. Também logo no início da vida de todos nós, podemos perceber um aspecto que contradiz tal incompletude. Este aspecto aparece íntegro e poderoso como uma aspiração natural, um desejo - de fato mais que um desejo –, uma necessidade: existir. Todos aspiramos existir, reclamamos, exigimos este direito; e não reclamamos uma existência qualquer, e sim uma existência única, singular, que contenha “a particularidade que você sente que é você”, sem a qual não se pode “entender a vida humana”, uma circunstância especial, natural, portanto legítima, e que “não pode ser omitida”, como diz James Hillmann.

Um ser que possui uma “potência de agir” que constitui sua própria essência e, dessa essência, emerge uma força que lhe permite realizar o esforço para perseverar em ser, ser quem é. Quem diz isso é Marilena Chauí que usa o verbo “perseverar” inspirada em Espinosa: “... nenhum (ser) tem em si algo que possa ser destruído, ou seja, que suprima sua existência, mas, ao contrário, opõe-se a tudo quanto possa suprimir-lhe a existência e por isso esforça-se para perseverar no ser tanto quanto puder e está em si podê-lo”.

Contudo, ao perseverarmos no ser, em ser quem somos, logo nos damos conta de que apenas somos com o outro, precisamos do outro – o outro humano (aquele que faz a mater-paternagem) e também o outro não humano (moléculas de oxigênio, hidrogênio, todos os gases, sódio, potássio, batatas e feijões, porcos e peixes, insetos e vírus, etc e etc). Rapidamente, ainda dentro do útero, descobrimos que não adianta apenas a força essencial e misteriosa que nos move a ser, precisamos também do outro, descobrimos que não temos autonomia absoluta.

E então, um medo toma forma: e se o outro não nos aceita? E apenas o outro humano pode não nos aceitar, pois os não humanos, com grande naturalidade, aceitam aqueles que se organizam ao seu redor. A resposta a tal pergunta é simples: se o outro não nos aceita, morremos, não conseguimos ser.

Na lógica mais imediatista, assustada, tomada pelo pânico de não ser respondido em seu anseio mais primitivo, o ser perde seu centro e tenta acalmar-se negando o medo. Cria uma ilusão, a ilusão de uma possível independência ou de uma dependência absolutas. De um jeito ou outro, separa-se da Natureza, constrói ou uma ilusória autonomia ou uma ilusória simbiose.

Deste modo, nega a Natureza que se organiza exatamente na interrelação, na troca; negando a essência da Natureza, afasta-se da possível – e verdadeira – autonomia que se funda na liberdade de ser e interagir com o outro, por sua vez, também livre para ser. Nega, assim, a liberdade de ser, passa a ser quem não é, passa a não-ser, perde “afetos, idéias, ações” próprias.

Com a liberdade perdida, perde-se o instrumento com o qual nos incluímos na Natureza, perdemos nosso lugar no infinito do qual somos parte, perdemos nossa possibilidade de participação “conforme a necessidade (real) de nossa própria natureza”. Contribuímos com tal qualidade para a organização da rede da vida. Colaboramos, portanto, na construção de um desajuste, de uma desarmonia da ”substância infinitamente complexa cuja atividade livre, necessária, infinita e imanente constitui a Natureza...”.

De todos os seres que conhecemos somos os únicos que podem escolher esse caminho, pois podemos, à medida que vamos nos fazendo adultos, escolher entre as inúmeras formas de agir em um leque de possibilidades que nenhum outro ser no planeta possui.

Entre essas possibilidades existe a mais radical de todas: podemos, efetivamente, negar quem somos. Contudo, feita tal escolha, pagaremos – já estamos pagando – um trágico preço.

Entretanto, se manifestamos nosso verdadeiro valor não vamos pagar preço algum; vamos, de fato, simplesmente trocar, trocar valores, oferecendo e recebendo qualidades próprias. Essas qualidades são o que, de fato, temos a oferecer; e o que temos a oferecer senão quem somos, nossas naturezas essenciais, singulares, pessoais. Essa natureza essencial poderia muito bem ser chamada de amor-próprio; o misterioso aspecto de nosso ser que – vivido, manifesto – nos faz sentir ativos e livres – ativos porque livres, livres porque ativos –, ativos por inteiro.

Esta livre atividade é justamente aquela “conquistada quando somos a causa mais adequada de nossa existência”; isto é, “quando em nós ou fora de nós se produz algo de que somos causa determinante apenas por nossa própria natureza”. Uma atividade conquistada através da liberdade de ser.

E a liberdade, meus amigos, é fruto do amor recebido. Quanto menos amor uma criança receber menos ela se sentirá livre para se expressar de acordo com o que pede sua natureza. Uma relação direta se estabelece: mais amor mais liberdade de ser; menos amor... E a ela se segue: mais liberdade mais amor, menos liberdade... Uma bela roda-viva.

Como disse Hélio Pellegrino, “uma criança, jogada no mundo com o nascimento, (...) é como um náufrago, num mar proceloso, (agitado), se aferrará à sua taboa de salvação na proporção direta do tamanho das ondas que a ameaçam”.

Com medo, insegura, ela esquece-se de si mesma – praticamente não tem alternativa – e adota a postura que lhe parece salvadora: faz o que for preciso para manter o vínculo com o campo que lhe dá sustentação, faz o que for preciso para manter seu anseio vital e existir, simplesmente existir. Com medo de não ter a chance de existir, renega seu amor-próprio, esquece-se de si mesma.

Por isso, podemos ver, a polaridade do medo é o amor. Se oferecermos amor, a criança terá menos medo de se manifestar de acordo com sua natureza; com mais facilidade manifestará seu amor-próprio e o oferecerá ao outro, ao mundo. E menos terá necessidade de buscar campos mais propícios ao seu desabrochar, ao seu desenvolvimento.

E, sempre bom lembrar, dado que o corpo social é construído pelos corpos individuais, assim também será construída uma sociedade não corrompida, não iludida, com menos – quiçá nenhuma – separação entre alma e corpo, centro e periferia, ser e ter, uma sociedade não suicida.

O mês de maio no Projeto de Gente marcou a organização de vários passos no sentido de aproximar o subjetivo e o objetivo, a alma (conceitos, filosofia, etc) e o corpo (móveis, limpeza, planilha de contas, etc).

Desde o início do mês foram implementadas as propostas discutidas em abril: o Nitão, velho amigo do Projeto, passou a fazer a manutenção da casinha, Silvia a limpeza, duas vezes por semana, e a Renata organiza a planilha de custos (ver em http://www.projetodegente.org.br/). Após alguns dias de trabalho o Nitão foi convidado a realizar um trabalho importante e, em seu lugar, entrou o Bernardo, companheiro da Sílvia.

Em 05 de maio, foi sugerido, na Roda, que duas pessoas ficassem responsáveis por uma melhor organização do material utilizado no cotidiano de atividades. Assim, ficou combinado que cada um que pegasse material na estante – caneta, lápis de cor, giz de cera, guache (que, aliás, está acabando), etc – deveria comunicar aos organizadores do dia; do mesmo modo, quando acabassem de utilizar este material guardariam e comunicariam aos dois companheiros. A experiência tem sido muito boa: mais organização, menos perda de material. Aliás, no mês de abril, duas crianças haviam sugerido que alguns se tornassem auxiliares dos educadores. Pois bem, esta foi a maneira, natural, pela qual a proposta se efetivou.

Durante o mês de maio construímos – Nitão e Seu Antônio – cinco banquinhos e três mesas (uma para a sala de oficinas e duas, apoiadas em cavaletes, móveis). Em uma mesa houve a interessante ajuda de um dos meninos do Projeto que deu boas idéias no projeto da mesa. Os banquinhos e uma mesa já foram – e as outras duas mesas serão – pintadas por todas as crianças que quiserem participar desta atividade.

O Seu Antônio merece um parágrafo: ele faz trabalhos de carpintaria para a Renata e, um dia, passando pelo Projeto para falar com ela, ficou um pouco por ali observando o movimento. Depois nos procurou para dizer que gostaria de oferecer algumas horas de trabalho para as crianças. Já fez uma gangorra, vai fazer bancos na parte externa, ajudar na construção da porta do forno e se empolgou com a possibilidade de fazer a casa na árvore. Mais um belo e generoso colaborador.

Agora, vamos falar de festa: o Projeto de Gente foi homenageado na festa de aniversário da Esther, esposa do Hans, proprietários da Pousada É. Nesta comemoração foi realizado um bingo e os recursos advindos da venda de cartelas foram doados a um orfanato no Prado e ao Projeto. Recebemos R$295,00. Nossos agradecimentos à Esther e ao Hans.

Ainda falando em festa: foi organizada uma em benefício do Projeto no dia 16 de maio. Era a festa de aniversário do Herbert e da Nei – parabéns e muito obrigado aos dois -, entusiastas do Projeto de Gente. O Herbert e seus amigos já haviam nos comovido com a doação de R$1000,00, agora o Herbert ofereceu R$500,00 para a preparação desta festa. Para que ela acontecesse toda a equipe se mobilizou, além de outras pessoas: Paulinho e Giorgio trabalharam no cartaz, Dolores preparou os caldos – deliciosos caldos de feijão e de legumes –, Lúcia trabalhou no bar, Renata e Ângela trabalharam em todas as frentes. Espalhamos cartazes como este:
F E S T A
16 de maio de 2008
Na Barraca Zona Livre
a do Reginaldo
A festa começa cedo e termina tarde...
14:00h Oficina circense com o artista Caio Frederico

M a l a b a r e s e...

Inscrições no Projeto de Gente (Morro do Canta Galo)
dias 12, 13 e 14 (2ª, 3ª e 4ª), de 13 às 15h
Vagas: 3a Idade: a partir dos 10 anos
20:00h Apresentação circense com o Caio Frederico
22:00h MPB ao vivo com artistas da terra
E depois o Forroxatiba
A renda deste evento será destinada ao Projeto de Gente

A oficina do Caio Frederico foi um completo sucesso. Nos dias seguintes muita gente comentava sobre os coloridos malabares que as crianças trataram de espalhar pela cidade. Na própria festa, à noite, várias delas – que nunca haviam tido contato com esta arte – participaram de um número com o Caio. Compenetrados e concentrados foram muito aplaudidos. Uma beleza! Todos nós do Projeto de Gente queremos agradecer muitíssimo ao Caio Frederico que, com muito cuidado e atenção, organizou e orientou trinta crianças nas areias em frente à Barraca do Reginaldo (também nosso muito obrigadíssimo a ele!) na tarde do dia 16. Aliás, a festa do verão 2008 iria acontecer na Zona Livre; não foi por pouco, muito pouco; era para ser agora.

O espetáculo de MPB realizado pela Silvana, Rico, Gade e Sérgio teve o brilho a que já estamos acostumados... Mentira! Nunca nos acostumaremos com a arte desses caras, sempre estaremos querendo mais e mais e mais...! Obrigado, queridos artistas!

A Renata Homem e a Silvana – além de trabalharem para a festa – doaram objetos de arte para serem rifados.

E o Forroxatiba? Como sempre atraiu dezenas de forrozeiros que mergulharam pela madrugada à dentro... Muito obrigado a todos os dedicados músicos do Forroxatiba – várias vezes vemos, passando na porta da casinha do Projeto, estes músicos carregando seus instrumentos para os ensaios!

Também queremos agradecer ao Régis, da Barraca Brisa Mar, que cedeu mesas e cadeiras. Régis, obrigado pelas mesas e pelo exemplo de desprendimento e espírito solidário. Galego, obrigado prôcê também, grande amigo!

Depois da festa, o Ioane e o Vinícius se incumbiram de vender as latinhas de cerveja e refrigerantes para reciclagem. Boa iniciativa!

Arrecadamos o total de R$299,00 com a venda de bebidas, caldinhos e rifas (ver planilha em http://www.projetodegente.org.br/).

Ainda em relação às atividades do Projeto. A Ana Paula, professora da Escola Algeziro Moura, iniciou uma oficina de leitura. Foi importante porque estamos exatamente sentindo falta de novas atividades e as crianças têm se interessado – algumas, claro – por leitura. Estas tais estão sempre pedindo livros e revistas para levar para casa ao fim do dia e trazer assim que terminam de ler. Estamos com alguns livros e gibis e a biblioteca está se organizando naturalmente sem regras predeterminadas: ninguém assina nada e nada tem se perdido. Livros infanto-juvenis serão sempre bem vindos, muito bem vindos.

Por falar em uma escola de Cumuru nos lembramos de outra: a Tiradentes. Aqui vai nosso agradecimento à Letícia, diretora da Escola Tiradentes, pelas carinhosas palavras no dia da festa de 16 de maio. Em sua fala a Letícia demonstrou uma bela compreensão dos propósitos do Projeto de gente e sua possibilidade de trabalhar junto à escola. Foi na Tiradentes que, este mês, uma menina que freqüenta o Projeto declamou uma poesia numa apresentação e dedicou ao Projeto de Gente.

A Renata começou uma oficina de construção (estréia da sala de oficinas) de mamulengos – os tradicionais bonecos a serem manipulados por “mãos molengas” – e, além dessa, fez uma oficina de bijuterias. Todo o material para estas oficinas foi doado pela própria artista.

Estamos preparando uma festa para a inauguração oficial do forno do Juan com apresentação de mamulengos, uma peça de teatro encenada pelo Sol e pelo Ioane e, claro, bolos, biscoitos e pizzas feitos no forno. A festa está programada para o dia 15 de maio, domingo, a partir das 13 h. Aliás, esta festa tem o propósito, além de homenagear o Juan, de criar a possibilidade de aproximar os responsáveis pelas crianças ao pessoal do Projeto de Gente. Este ainda é um aspecto a ser perseverantemente trabalhado.

Também é necessário perseverança na estruturação da Roda. Ainda se alternam momentos confusos com outros em que boas discussões são realizadas. Parece que as crianças ainda não estão acostumadas com um espaço de definições e decisões no qual elas são também protagonistas. Alguns estão se dando conta disso e comentando na própria Roda.

Um momento importante da Roda este mês foi quando discutimos o desaparecimento de uma barra de chocolate da bolsa da Renata. Foi levantado o tema da desconfiança e da confiança; o que, que tipo de sociedade, construímos com uma ou com outra destas qualidades. Conversamos sobre como a desconfiança desconstrói e, ao contrário, como a confiança cria bases construtivas para as relações. Volta e meia o assunto ainda vem à baila; porém, em nenhum momento, há o interesse em saber quem foi a pessoa que fez a triste mágica, pois preferimos discutir o conteúdo da questão do que descobrir culpados para punir.

Ontem, 26 de maio, foi realizada a poda do cajueiro que estava ameaçando o telhado da casinha. O Bernardo fez este trabalho.

Ah! O Projeto de Gente recebeu uma bela doação: um computador. A máquina – semi-nova - foi doada pelo Dr. Ricardo e pela Deleni, médico e enfermeira do Posto de Saúde de Cumuruxatiba.

Também belas e fundamentais foram as doações de R$20,00 feita pela Gili – para todos nós uma alegria –, o frete das estacas pago pela Ângela – do que adiantariam as estacas se não pudéssemos levá-las até a casinha do Projeto – e, por último, mas não menos importantes, as doações do cabideiro e do porta-copos feitas por Renata Homem.

O mês de maio caminha para seu fim e estamos com a possibilidade de trocar as estacas que seguram a caixa d’água no dia 31 (sábado).

Nos encontramos novamente em fins de junho,

Até lá
ABAIXO A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO MES DE MAIO DE 2008

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